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  • 27/01/2018
  • 12:02
  • Atualização: 12:03

Operação cumpre 24 mandados de busca e apreensão em sedes da Contrijuí de 16 cidades

São investigadas suspeitas de apropriação de grãos, adulteração de documentos e fraudes

São investigadas suspeitas de apropriação de grãos, adulteração de documentos e fraudes | Foto: Ministério Público / Divulgação /CP

São investigadas suspeitas de apropriação de grãos, adulteração de documentos e fraudes | Foto: Ministério Público / Divulgação /CP

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  • Correio do Povo

Uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil cumpriu 24 mandados de busca e apreensão em unidades da Cotrijuí e residências de investigados em 16 municípios do Rio Grande do Sul, entre eles Ijuí, Santo Augusto, Chiapetta, Independência, Bagé, Dom Pedrito, Augusto Pestana, Nova Ramada, Ajuricaba, Coronel Bicaco, Manoel Viana, Santiago, São Francisco de Assis, Derrubadas, São Luiz Gonzaga e Jóia, na última sexta-feira.

De acordo com o Ministério Público, a “Operação Cotrijuí” apura delitos que, supostamente, vêm sendo cometidos por organização criminosa que integra os quadros da cooperativa. São investigadas suspeitas de apropriação de grãos pertencentes aos cooperados, adulterações de documentos e fraudes destinadas à obtenção de proveito econômico em prejuízo da instituição.

O advogado da Cotrijuí, Carlos Alberto Becker, do escritório Bochi Brum e Zampieri Advogados Associados, diz que pelo fato de não ter tido acesso ao inquérito e desconhecer “os indicativos de crime que estão sendo investigados”, prefere não se manifestar neste momento. Mas afirmou que a cooperativa irá colaborar com as investigações. A cooperativa está em processo de liquidação voluntária desde 2014 e tem uma dívida estimada em R$ 1,8 bilhão.