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  • 08/01/2018
  • 21:17
  • Atualização: 21:30

De saída, Odorico elogia grupo do Grêmio: “Quem assumir será campeão”

Clube comunicou saída do vice-presidente de futebol, nesta segunda-feira

Odorico Roman deixa o departamento de futebol do Grêmio após quase dois anos | Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória

Odorico Roman deixa o departamento de futebol do Grêmio após quase dois anos | Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

De saída da vice-presidência de futebol do Grêmio, Odorico Roman garantiu que deixa um bom legado para o seu sucessor no clube. “Quem assumir vai encontrar um vestiário de muito trabalho, que não tem problemas e convulsões”, afirmou à Rádio Guaíba na noite desta segunda-feira, horas após o anúncio de sua saída. “Tenho convicção que o grupo vai conquistar títulos. O vice que assumir lá vai ser campeão.”

Na semana seguinte a um polêmico áudio do ex-lateral gremista Edilson, Odorico fez elogios ao grupo, que definiu como “bem tranquilo”. E garantiu que é um plantel com ambições: “O grupo de trabalho é muito bom. O grupo é consciente, dedicado. São jogadores que querem ganhar títulos”, acrescentou, frisando que a diretoria gremista “procura manter todas as obrigações em dia”.

O técnico Renato Portaluppi foi comunicado por telefone pelo próprio Odorico. “Tenho que agradecer a ele pelo trabalho que fez”, afirmou. Aos jogadores, Odorico sinalizou uma despedida em outro momento, em razão das férias do grupo: “Talvez eu passe mais adiante no CT, para me despedir deles”.

Odorico reforçou que deixa o cargo por “necessidade pessoal” e que a decisão já estava tomada. “Em julho e agosto tomei essa decisão de ficar até o fim do ano. Quando o presidente retornou do sorteio da Libertadores – que não fui, pois não tinha sentido eu ir se estava de saída – eu falei que não poderia mais continuar no departamento”, disse.

Dos momentos marcantes no período, definiu os títulos da Copa do Brasil e da Libertadores como os mais especiais, sem eleger um melhor. “A Copa do Brasil foi na Arena. A Libertadores foi na Argentina, um país emblemático em termos de competitividade do futebol. Não tenho como graduar em termos de emoção qual deles foi maior”, explicou.


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