Porto Alegre

26ºC

Ver a previsão completa

Porto Alegre, segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018

  • 27/01/2018
  • 18:11
  • Atualização: 23:15

Porto Alegre recebe tributo a Júpiter Maçã nesta segunda

Evento no Bar Ocidente celebra trajetória do artista e os 21 anos do disco "A Sétima Efervescência"

Show conta com artistas que acompanharam o artista em vários momentos de sua carreira | Foto: Zé Roberto Muniz / Marquise / Divulgação CP Memória

Show conta com artistas que acompanharam o artista em vários momentos de sua carreira | Foto: Zé Roberto Muniz / Marquise / Divulgação CP Memória

  • Comentários
  • Correio do Povo

Espaço tradicional da contracultura em Porto Alegre, o Bar Ocidente (João Telles esquina com Osvaldo Aranha) realiza nesta segunda-feira um show em homenagem a uma das figuras mais icônicas do rock gaúcho, Júpiter Maçã. O tributo celebra os 21 anos de lançamento do disco "A Sétima Efervescência" e conta com diferentes nomes do cenário nacional que fizeram parte de diversas formações que acompanharam o artista em vários momentos de sua carreira. Os ingressos antecipados custam R$ 30 e, na hora, o valor é R$ 40.

Ray-Z, Dustan Gallas, Julio Cascaes, Tatá Aeroplano, Clayton Martin e Astronauta Pinguim estão confirmados no evento, que fará uma releitura, na íntegra e na ordem original, de todas as faixas do disco. É uma celebração ao álbum, mas também ao músico, que morreu em dezembro de 2015, aos 47 anos. Cantor, compositor e cineasta, ele começou a carreira com o TNT e mais tarde passou para os Cascavelettes. Depois, se desvinculou do grupo e iniciou carreira solo. Na segunda metade de 1996, Flávio Basso entrou nos estúdios da gravadora Acit, em Porto Alegre, para registrar seu primeiro disco assinando como Júpiter Maçã, lançado no final do mesmo ano. 

Com produção de Egisto 2 e contando com uma banda formada basicamente por baixo e bateria, além do próprio Júpiter cantando e tocando guitarras, teclados e demais instrumentos e efeitos especiais (e espaciais), "A Sétima Efervescência" tornou-se uma das grandes referências para as gerações seguintes. Com o tempo, passou a ser aclamado como um divisor de águas no mercado de rock independente no Brasil. As baterias foram compostas e gravadas por Glauco Caruso e o baixo por Emerson Caruso, em todas as músicas. A canção "Eu e minha ex" teve participação de Marcelo Birck nos arranjos musicais.